Universitários cristãos se unem em praça da UFMG para interceder por educação e fé

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Foto: Reprodução/Instagram/Aviva Universitário

Na quinta-feira, 5 de junho, uma cena inspiradora tomou conta de uma praça na Universidade Federal de Minas Gerais, em Belo Horizonte. Jovens cristãos se mobilizaram em um grande movimento de fé organizado pela missão Aviva Universitário, formando um coro vibrante de louvor e oração, direcionado às universidades do Brasil.

O momento principal foi um apelo comovente: estudantes se ajoelharam, clamaram por avivamento, salvação e perdão pelos pecados do ambiente acadêmico. De acordo com a organização, muitos responderam ao chamado e aceitaram Jesus como Salvador, reforçando a ideia de que “universidades não são cemitérios de cristãos, mas campos missionários”.

O Aviva Universitário, criado para levar a palavra em ambientes acadêmicos, já realizou eventos na UFMG, UnB, USP, além de outras praças universitárias, como a de Goiânia. Em Goiânia, por exemplo, o líder Lucas Teodoro descreveu a atmosfera como “um altar de adoração” e celebrou novos convertidos no momento de pregação.

Em entrevista ao Guiame, Lucas ressaltou que a força do movimento cresce à medida que estudantes ganham coragem para professar sua fé e afirma: “O principal local que o diabo investiu nos últimos anos foi no meio acadêmico do Brasil”. Seu objetivo? “Formar uma geração com o caráter de Cristo dentro das universidades”.

Segundo os organizadores, mais de 600 estudantes já foram impactados pelo projeto “Aviva Universitário”, com mais de 80 pessoas confessando fé em Cristo. Isso mostra que a iniciativa vai além de declarações, encontrando eco real nos corações dos jovens.

O diferencial do movimento é enxergar os campi universitários como palco missionário. Em vez de esperar que a fé floresça espontaneamente, os participantes vão até onde os estudantes estão — nas praças, nos vestibulares, nas rodas de conversa.

Essa estratégia ecoa o versículo bíblico “Ide e pregai”, adotado como lema. A transformação, acreditam, só acontece quando se planta semente. E esse plantio inclui oração coletiva, testemunho público e ambiente de apoio para quem decide seguir a fé.

O encontro na UFMG reafirma que a fé é prática e comunitária. Ao ajoelharem-se por suas universidades, os jovens cristãos demonstram que enxergam nos espaços acadêmicos mais que locais de estudo: encontram campos férteis para diálogo, transformação e esperança.

Se essa lógica criar raízes em outras praças, corredores e salas de aula, talvez a frase “universidades são campos missionários” deixe de ser idealização para se tornar realidade. Um avivamento discreto, mas real, por meio da união de jovens que decidiram levar sua fé além das paredes da igreja.

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