Nicole Scherzinger dedica prêmio Tony a Deus e celebra escolha da mãe pela vida: “Ela me teve aos 18”

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Imagem Reprodução: Redes Sociais

A artista Nicole Scherzinger, conhecida mundialmente como ex-vocalista do grupo pop The Pussycat Dolls, emocionou o público ao vencer o prêmio de Melhor Atriz em Musical no Tony Awards 2024, no último domingo (8). A vitória veio por sua elogiada performance como Norma Desmond no musical Sunset Boulevard, em cartaz na Broadway. Mas foi seu discurso de gratidão — centrado na fé cristã e no valor da vida — que repercutiu fortemente nas redes sociais.

Em primeiro lugar, só tenho que agradecer a Deus por me carregar em cada passo do caminho. Dou a Ele toda a glória”, disse Nicole, visivelmente emocionada.

A atriz, de 46 anos, também homenageou a mãe, que enfrentou dificuldades para mantê-la na juventude:
“Quero agradecer à minha mãe, que me teve aos 18 anos e abriu mão de tudo por mim. […] Ela escolheu a vida. Os pais dela nunca a deixariam fazer um aborto”, relembrou, em tom emocionado.

Uma trajetória marcada pela fé

Nascida no Havaí e criada no Kentucky, Scherzinger cresceu em uma família católica e frequentemente menciona sua espiritualidade como base de sua carreira e vida pessoal. Ao comentar sobre a importância de sua atuação como Norma, personagem de um clássico do cinema noir que critica a indústria hollywoodiana, Nicole reforçou que enxerga o papel como parte de um propósito divino:

“Acredito que Deus tem um plano para todos nós — um plano e um propósito. […] Agora vejo que esta produção era o plano divino de Deus para mim o tempo todo”, afirmou em publicação no Instagram.

Durante o Tony Awards, ela reforçou:

“É engraçado como Deus te traz de volta às suas raízes e ao desejo inicial que Ele colocou no seu coração. O teatro foi onde tudo começou para mim”.

Comprometida com a vida — na arte e fora dela

Nicole também é abertamente pró-vida e já enfrentou dilemas profissionais por conta de seus valores. Em entrevista ao Daily Mail, revelou que quase recusou o papel de “Penny Johnson” no remake de Dirty Dancing, por conta da cena de aborto:

“Consegui o papel e quase desisti porque não queria promover o aborto. Mas pensei: ‘Espero que eles possam aprender com ela, e eu possa ser uma influência positiva’. Então, só quero encorajar todo mundo a ficar com seus bebês.”

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