Trump leva pauta religiosa à ONU e alerta sobre perseguição a cristãos no mundo

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Imagem Reprodução: Redes Sociais

Na manhã desta terça-feira (23), o ex-presidente dos Estados Unidos Donald Trump voltou a colocar a religião no centro do debate internacional. Em discurso durante a 80ª Assembleia Geral da ONU, em Nova York, ele reafirmou seu compromisso com a defesa das liberdades fundamentais, dando ênfase à liberdade de expressão e, principalmente, à liberdade religiosa.

“Vamos defender a liberdade de expressão, vamos proteger as liberdades religiosas, incluindo aquela que hoje é a mais perseguida no planeta: o cristianismo”, declarou Trump, retomando um tema que já havia destacado em 2019, quando discursou na mesma assembleia.

Na ocasião, ele havia chamado atenção para o fato de que a liberdade de credo, tão garantida aos norte-americanos, ainda é uma exceção em grande parte do mundo. Agora, em 2025, o republicano reforça a ideia de que a perseguição religiosa segue como um dos maiores desafios da comunidade internacional.

A fala de Trump encontra respaldo em relatórios recentes. Dados de 2023 da organização Portas Abertas indicam que aproximadamente 360 milhões de cristãos enfrentam perseguição em diferentes níveis no mundo. Esse número, embora expressivo, raramente ganha espaço nos grandes veículos de comunicação, o que aumenta o peso político de discursos como o do ex-presidente.

O posicionamento de Trump divide opiniões. Para alguns analistas, trata-se de um aceno direto ao eleitorado cristão conservador, uma das bases mais fiéis do ex-presidente. Para outros, é um alerta necessário diante de uma realidade muitas vezes silenciada no debate internacional.

Seja como for, ao levar novamente o tema à ONU, Trump lança luz sobre uma questão que ultrapassa fronteiras religiosas e toca diretamente os direitos humanos mais básicos: o direito de crer – ou não crer – livremente.

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