Nesta terça-feira, 11 de junho, o missionário mirim Miguel Oliveira, que ganhou notoriedade com pregações impulsionadas por supostos milagres, reacendeu uma intensa polêmica ao publicar um Story chamando os membros do Conselho Tutelar de “raça de bandidos”, reacendendo o embate que começou meses atrás, quando ele foi proibido de pregar e usar as redes sociais.
Na mensagem direta e carregada de críticas, Miguel disparou contra o órgão:
“E aí conselho tutelar? virou moda? já tentaram me tirar do altar agora querem impedir o sonho de uma criança… vcs não tem o que fazer e querem mostrar serviço ao governo… vão lá no morro caçar os meninos que estão traficando, raça de bandidos!”
Uma polêmica com história
Não é a primeira vez que Miguel entra em atrito com a Justiça e o Conselho Tutelar. Em abril, o órgão impôs medidas restritivas: proibiu-o de pregar, realizar cultos presenciais, fazer viagens e usar redes sociais, alegando exposição indevida, exploração religiosa e práticas controversas — incluindo promessas de cura mediante ofertas financeiras.
Após um breve afastamento, Miguel voltou a pregar e reapareceu nas plataformas, afirmando que seu retorno seria “assustador”. Mas agora, com a assertiva ofensiva aos conselheiros, o caso ganha uma nova camada de tensão.
Até o momento, o Conselho Tutelar não se posicionou publicamente, nem a equipe de Miguel. Isso contribui para manter o suspense porém também impede qualquer tentativa de conciliação.



