Andressa Urach diz que será “pastora das gays” e provoca polêmica com declarações espirituais

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Imagem Reprodução: Redes Sociais

Andressa Urach está de volta ao centro das atenções — e mais uma vez por conta de declarações que mexem com temas sensíveis como fé, sexualidade e religião. Durante sua participação no programa De Frente com Blogueirinha, exibido na última segunda-feira (21) no canal DiaTV, a modelo e influenciadora voltou a causar burburinho ao afirmar que, no futuro, acredita que será uma espécie de pastora dedicada à comunidade LGBTQIA+.

“Eu ainda vou ser a pastora das gays. Vou salvar todas as gays. Vou estar no paraíso, de silicone, chupando neca. Porque essa é a minha fé”, declarou ela, em tom debochado e provocador. A fala caiu como uma bomba nas redes sociais, onde rapidamente viralizou e provocou reações intensas — tanto de apoio quanto de indignação.

Urach, que ficou conhecida nacionalmente por sua trajetória de superação envolvendo drogas, fama, religiosidade e conflitos internos, passou cerca de seis anos como fiel da Igreja Universal do Reino de Deus. Desde sua saída, em 2020, ela tem adotado uma postura cada vez mais crítica às instituições religiosas e mais aberta a uma espiritualidade fora dos moldes tradicionais.

Durante a entrevista, ela também declarou que “os gays são anjos de Deus”, afirmando que são pessoas que enfrentam rejeição desde cedo e por isso merecem acolhimento, não julgamento. Ao mesmo tempo, relativizou a figura do diabo, dizendo que ele “não faz po**a nenhuma” e que “Jesus manda no diabo”.

As falas de Urach, embora envoltas em humor e ironia, escancararam um ponto de tensão entre discursos religiosos tradicionais e novas formas de viver e expressar espiritualidade. Para líderes evangélicos, o conteúdo beira o sacrilégio. Já para alguns internautas, ela representa uma figura que tenta ressignificar a fé com base em sua própria vivência e acolhimento.

É inegável que Urach sabe usar a polêmica como ferramenta. Suas declarações têm menos a ver com teologia sistemática e mais com experiências pessoais e uma busca por pertencimento — algo que, para muitos, falta nas estruturas religiosas rígidas. Ao se colocar como “pastora das gays”, Urach talvez não esteja buscando um púlpito, mas sim um espaço simbólico onde fé e afeto possam coexistir sem culpa.

Ainda assim, o debate está lançado: até que ponto é possível conciliar liberdade religiosa com respeito a símbolos e crenças coletivas? Andressa Urach, mais uma vez, levanta essa discussão com o estilo irreverente que a acompanha — e que dificilmente passa despercebido.

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