Silas Malafaia reage à condenação de Bolsonaro e defende anistia ampla no Congresso

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Imagem Reprodução: Redes Sociais

O pastor e empresário Silas Malafaia, líder da Assembleia de Deus Vitória em Cristo (ADVEC), voltou a se manifestar sobre o processo envolvendo o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Em um vídeo publicado nesta semana, Malafaia classificou como “farsa” a decisão da 1ª Turma do Supremo Tribunal Federal (STF), que condenou Bolsonaro a mais de 27 anos de prisão em regime fechado, além de outros militares envolvidos nos atos de 8 de janeiro de 2023.

Visivelmente indignado, o religioso afirmou que o julgamento foi ilegal e que ministros como Cristiano Zanin deveriam ter se declarado suspeitos, devido ao vínculo passado com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. “Dia triste: a Constituição, as leis e a Justiça jogadas na lata do lixo”, disse.

Malafaia destacou ainda a divergência do ministro Luiz Fux, que em um voto de nove horas defendeu a anulação do processo, apontando a “absoluta incompetência” do STF em julgar o caso. Para o pastor, a condução da ação foi marcada por perseguição política. “Mudaram a jurisprudência no meio do curso para tirar Bolsonaro da primeira instância. Estamos diante da maior perseguição política da história do Brasil”, criticou.

Diante do cenário, Malafaia defendeu que a única saída seja a aprovação de uma anistia ampla, geral e irrestrita pelo Congresso Nacional. O pastor frisou que não aceitará uma proposta parcial, em sintonia com a posição do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ).

“Não vai aceitar anistia meia sola. Diante da farsa do pseudogolpe sendo desmascarada no STF, só nos resta uma anistia ampla, geral e irrestrita. O resto é conversa fiada para enganar o povo”, escreveu Malafaia em publicação no X (antigo Twitter).

O posicionamento de Malafaia ecoa entre apoiadores do ex-presidente e deve ampliar a pressão sobre o Congresso, que já enfrenta divisões internas em torno de um possível projeto de anistia. O tema, porém, promete acirrar ainda mais o clima político em Brasília, onde o embate entre STF e bolsonarismo segue intenso.

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