O embate judicial que colocou frente a frente a pastora Renallida Lima, popularmente chamada de “Pastora do Pix”, e o influenciador digital Hytalo Santos chegou ao fim. A Justiça da Paraíba declarou extinta a ação movida pela religiosa, após constatar que não havia mais motivo para disputa: o imóvel que deu origem ao processo foi devolvido voluntariamente.
A briga começou quando Renallida acusou Hytalo de tomar posse do templo onde funcionava sua igreja, instalando câmeras, restringindo seu acesso e até proibindo que ela retornasse ao local. A denúncia rapidamente ganhou repercussão, não só pelo valor envolvido — mais de meio milhão de reais — mas também pela relação próxima que os dois mantinham antes do rompimento.
Curiosamente, o caso tomou outro rumo depois de um reencontro inesperado. Pouco antes de ser preso, Hytalo procurou a pastora, e o encontro terminou em oração e reconciliação, cena que foi amplamente compartilhada nas redes sociais. A devolução do imóvel consolidou a decisão final: processo encerrado sem julgamento do mérito.
Apesar de ostentar roupas de grife e carros de luxo em suas redes, Renallida obteve justiça gratuita e ficou isenta de custas processuais. Já Hytalo não teve a mesma sorte: foi condenado a arcar com as despesas da ação e com honorários advocatícios fixados em 10% do valor da causa.
O episódio entra para a lista de polêmicas que consolidaram a imagem midiática de Renallida e reforçam a curiosidade do público em torno das chamadas “novelas gospel”. Embora a Justiça tenha colocado um ponto final, é difícil acreditar que essa história será esquecida tão cedo por seguidores e críticos, que seguem dividindo opiniões sobre a postura dos dois protagonistas.



